
Selēnē — verbete crítico da Biblioteca de Verbetes de Hekate
- ID catalográfico
- 075
- Nome completo do verbete
- Selēnē — nome divino na identificação sincrética
- Forma grega
- Σελήνη
- Transliteração
- Selēnē
- Idioma original
- grego antigo
- Tradução preferencial
- SeleneLua, como nome divino e não como epíteto lexical
- Nome oficial da carta / invocação
- Selene
- Classe do verbete
- Nome ou identidade
- Coleção pública
- Recepção e sincretismo
- Estatuto de atestação
- Sincretico ou compartilhado
Variações do nome
Como ler a classificação
Classe formal e força da evidência são eixos diferentes.
Nome de Selene mobilizado na identificação sincrética direta do hino; não é epíteto lexical simples de Hekate.
- Classe do verbete
- Nome ou identidade
- Estatuto de atestação
- Sincretico ou compartilhado
- Atestação direta para Hekate
- Sim
- Período e fontes
- PGM IV.2785–2786: πρὸς Σελήνην; τριπρόσωπε Σελήνη PGM IV.2821: τριώνυμε Σελήνη. Forma, flexão, grau, lema, destinatária imediata e identificação no hino foram avaliados separadamente; equivalência de tradução não foi contada como identidade lexical.
Identidade e leitura
Nome, tradução e relação com Hekate
Resposta rápida
Selēnē integra a Biblioteca de Verbetes de Hekate, como nome ou identidade, na coleção Recepção e sincretismo. Nome de Selene mobilizado na identificação sincrética direta do hino; não é epíteto lexical simples de Hekate. Tradução preferencial: Selene; Lua, como nome divino e não como epíteto lexical.
Identidade crítica
Greek Σελήνη
Reading Guide O título apresenta uma oração a Selene e a apóstrofe nomeia Selene; em IV.2815, a mesma segunda pessoa é chamada Hekate. A biblioteca trata isso como composição sincrética tardia, preservando a destinatária imediata e recusando identidade universal. Para este item: o título editorial usa acusativo após πρός, Σελήνην; a oração passa ao vocativo Σελήνη, formalmente igual ao nominativo O nome ocorre duas vezes no início: no título ‘oração a Selene’ e na apóstrofe ‘Selene de três faces’. A identificação posterior com Hekate pertence à progressão do mesmo hino.
Preferred Form Selēnē — nome divino na identificação sincrética
Status Statement Nome de Selene mobilizado na identificação sincrética direta do hino; não é epíteto lexical simples de Hekate.
Transmitted Or Reconstructed Form πρὸς Σελήνην; τριπρόσωπε Σελήνη
Tradução e etimologia
Literal Sense Selene; Lua, como nome divino e não como epíteto lexical
Uncertainties Destinatária, letras, divisão vocabular, lema, caso e tradução são avaliados separadamente. Uma tradução alemã útil não converte conjectura em manuscrito; uma forma legível não garante etimologia; uma cadeia nominal não torna cada adjunto epíteto.
Text And Apparatus O nome ocorre duas vezes no início: no título ‘oração a Selene’ e na apóstrofe ‘Selene de três faces’. A identificação posterior com Hekate pertence à progressão do mesmo hino.
Transmission Note Forma de controle: Σελήνη; sequência da edição: πρὸς Σελήνην; τριπρόσωπε Σελήνη. A imagem de Preisendanz e o aparato têm prioridade sobre OCR, transliterações sem fonte e traduções devocionais.
Comparative Control A análise individual observa que Selene é a destinatária nominal inicial. Os atributos seguintes são lunares, solares, aurorais, ctônicos e tríplices, preparando a composição de identidades explicitada adiante. Comparações com outras deusas, léxicos e fórmulas servem para testar hipóteses, não para substituir o localizador nem importar automaticamente atributos.
False Friend Control Proximidade sonora, raiz comum, versão transliterada ou tradução equivalente não demonstram identidade. Vocativo, acusativo predicativo, dativo locativo, nome próprio, vox magica e variante recebem classes distintas.
Morphology And Syntax o título editorial usa acusativo após πρός, Σελήνην; a oração passa ao vocativo Σελήνη, formalmente igual ao nominativo
Translation Decision A glosa pública é ‘Selene; Lua, como nome divino e não como epíteto lexical’. Ela descreve a decisão lexical possível no grau indicado e não funciona como significado esotérico. Para nomes mágicos, uma não tradução é mais informativa que uma etimologia inventada; para extrações, a glosa explica o erro sem promover o item.
Tradução e incertezas
Estatuto corrigida_com_texto_sintaxe_destinataria_e_lexico
Nota Revisão dA edição a partir de PGM IV.2785–2786; palavra, grau, lema, sintaxe, destinatária e composição sincrética foram avaliados separadamente.
Nota filológica
o título editorial usa acusativo após πρός, Σελήνην; a oração passa ao vocativo Σελήνη, formalmente igual ao nominativo. Sequência de controle: πρὸς Σελήνην; τριπρόσωπε Σελήνη.
Registro histórico
Nome de Selene mobilizado na identificação sincrética direta do hino; não é epíteto lexical simples de Hekate. Selene é a destinatária nominal inicial. Os atributos seguintes são lunares, solares, aurorais, ctônicos e tríplices, preparando a composição de identidades explicitada adiante. Atualização editorial: Selene é nomeada diretamente como portadora de três nomes; o aparato registra omissão de Triōnymos no paralelo A e propostas alternativas para o nome.
Relação com Hekate
Selene não vira ‘epíteto simples’ de Hekate. O hino chama a mesma segunda pessoa Hekate, Mene, Artemis e Persephone em sua composição tardia; isso documenta assimilação ritual localizada. A atribuição é julgada em dois níveis: Selene é a destinatária imediata em IV.2785–2786; Hekate nomeia a mesma segunda pessoa em IV.2815. A gramática individual continua decisiva: o título editorial usa acusativo após πρός, Σελήνην; a oração passa ao vocativo Σελήνη, formalmente igual ao nominativo. Conclusão: Nome de Selene mobilizado na identificação sincrética direta do hino; não é epíteto lexical simples de Hekate. Colação dA edição: Selene é nomeada diretamente como portadora de três nomes; o aparato registra omissão de Triōnymos no paralelo A e propostas alternativas para o nome.
Significado simbólico
Em recepção contemporânea declaradamente autoral, Selēnē — nome divino na identificação sincrética pode organizar reflexão sobre observar ciclos e condições concretas antes de interpretar mudança. A proposta não é tradução oculta, instrução do papiro ou restauração ritual. Seu polo construtivo é ritmo, observação e mudança situada; sua sombra é determinismo, projeção e equivalência total. O exercício trabalha somente escolhas do leitor e recusa listar Selene como mero adjetivo de Hekate, afirmar identidade universal, inventar uma teologia lunar única ou usar fases da lua como causalidade automática.