Imagem ritual do verbete Batria

Batria — verbete crítico da Biblioteca de Verbetes de Hekate

Recepção modernaDocumentado em recepcao teosofica moderna sem atestacao antigaResumo gratuitoA Encruzilhada
ID catalográfico
171
Nome completo do verbete
Batria — personagem da recepção teosófica de 1892, não nome egípcio antigo ou epíteto de Hekate
Forma grega
não aplicável; Batria é grafia latina em fonte teosófica inglesa do século XIX, sem forma egípcia fornecida
Transliteração
Batria
Idioma original
inglês teosófico do século XIX com rótulo editorial ‘Eg.’; nenhuma forma egípcia antiga demonstrada
Tradução preferencial
Batrianome de personagem na recepção teosófica, sem etimologia ou tradução antiga adotada
Classe do verbete
Nome ou identidade
Coleção pública
Recepção moderna
Estatuto de atestação
Documentado em recepcao teosofica moderna sem atestacao antiga

Variações do nome

Batria
Batria — personagem da recepção teosófica de 1892, não nome egípcio antigo ou epíteto de Hekate

Resumo público

Um primeiro olhar sobre Batria

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Batria integra a Biblioteca de Verbetes de Hekate, como nome ou identidade, na coleção Recepção moderna. Batria foi localizada em The Theosophical Glossary, de H. P. Blavatsky, publicado em 1892. A entrada rotula o nome como ‘Eg.’ e afirma, ‘according to tradition’, que seria esposa do faraó e professora de Moisés. Esse texto documenta com segurança uma alegação da recepção teosófica do século XIX; não fornece hieróglifos, transliteração egiptológica, faraó, documento egípcio, autor antigo ou cadeia da suposta tradição. Fontes judaicas antigas sobre a filha do faraó usam outros nomes, como Thermouthis/Tarmuth e Bithia/Batyah, e Êxodo a deixa sem nome. Nada liga Batria a Hekate. A antiga leitura catalográfica ‘formação associada ao número três’ é removida por não possuir base. Tradução preferencial: Batria; nome de personagem na recepção teosófica, sem etimologia ou tradução antiga adotada.

Contexto em síntese

Batria foi localizada em The Theosophical Glossary, de H. P. Blavatsky, publicado em 1892. A entrada rotula o nome como ‘Eg.’ e afirma, ‘according to tradition’, que seria esposa do faraó e professora de Moisés. Esse texto documenta com segurança uma alegação da recepção teosófica do século XIX; não fornece hieróglifos, transliteração egiptológica, faraó, documento egípcio, autor antigo ou cadeia da suposta tradição. Fontes judaicas antigas sobre a filha do faraó usam outros nomes, como Thermouthis/Tarmuth e Bithia/Batyah, e Êxodo a deixa sem nome.…

Fonte inicial

Blavatsky, The Theosophical Glossary, s.v. Batria Êxodo 2.5–10 Posen Library, Pharaoh’s Daughter in Early Jewish Literature catálogo recebido, ID 171 A edição distingue ocorrência de uma forma, classe gramatical, referente, verdade de uma alegação, cronologia da fonte e uso catalográfico moderno.

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